Esta foi sem dúvida a refeição mais cara e ruim que fiz na vida. Estive neste restaurante no dia 26 de julho de 2011 às 14:00. Como não tive tempo de almoçar em Natal, tive de comer no aeroporto. Que tristeza, depois de passar 7 dias comendo em excelentes restaurantes de Natal, encerrei minha visita comendo a comida mais deprimente da minha vida. Num restaurante onde o quilo da comida é vendido a R$45 é inadmissível a falta de qualidade que vi neste estabelecimento: Filé (coxão duro ou pior) a parmegiana frio, batata frita murcha e por aí vai. Uma lástima. Estou postando a foto da nota fiscal com o valor que paguei por dois pratos mais uma latinha de refrigerante. Podem ver que eles tem também o péssimo hábito de lançar somente o valor total na nota.
Fuja desta marca:
* segundo os meus parâmetros
Dispensa comentários. Comprada no Epa Supermercados.
Melhores momentos do debate da rede globo entre os candidatos ao governo do Distrito Federal.
Como um cidadão que não tem controle sobre o que se passa na carroceria de um caminhão quer ser Presidente do Brasil? Onde estão seus assessores?
Blog de Josias
Conforme já noticiado aqui, José Serra participou, na noite desta sexta (17), de um comício na cidade de Itabaiana, em Sergipe.
A presença de Serra contrastou com uma ausência. Principal liderança do PSDB sergipano, o deputado Albano Franco absteve-se de dar as caras.
Serra foi ao “palanque”, improvisado na corroceria de um carro de som, acompanhado de João Alves (DEM) e Emanuel Castro (PPS).
Para constrangimento de Serra, Emanuel, candidato ao Senado, injetou Albano em seu discurso. Um vídeo com a fala ganhou a web (assista lá no alto).
Na peça, Emanuel declara: “Sergipe não pode homologar o que está acontecendo. O seu aliado, Albano Franco, não está no palanque…”
“…O seu aliado, Albano Franco, correu do palanque. A política de Sergipe, meus amigos de Itabaiana, está uma vergonha…”
“…Albano Franco vota em Dilma Rousseff. Vota em Dilma Rousseff, não vota no presidente da República do partiedo dele”.
Contrafeito, Serra cutuca discretamente o ‘demo’ João Alves, como a pedir-lhe que intercedesse para que Emanuel mudasse o rumo de sua prosa.
Alves leva a mão ao ombro do orador. Mas, àquela altura, o dito já não podia passar por não declarado.
Essa passagem do comício, por emblemática, dá uma idéia do drama vivenciado por Serra.
País afora, o presidenciável tucano é alvejado por silvérios de sua coligação.
Excetuando-se Geraldo Alckmin, que abre, em São Paulo, generoso espaço para Serra em sua propaganda de TV, candidatos de outros Estados o escondem.
Alguns, como Albano, levam a traição às rais do paroxismo. Outros, como Emanuel, cuidam de iluminar a tragédia. Do Blog do Favre.
Índio da Costa (o Índio mais deslumbrado do Brasil) DEMOnStra em números sua experiência administratica. Cuidado servidor público o Índio vem ai (de nós).
Encontrado aqui: Administração Pública no Século XXI – Foco no Cidadão
Um breve apanhado dos fatos que marcaram a passagem dos demotucanos à frente da presidência do Brasil. Um verdadeiro show de horrores é como se pode definir a era FHC, um espetáculo destrutivo e infernal que agora FHSerra quer ressuscitar! Veja porque o Brasil não precisa mais dessa corja de seres inúteis! Muito pelo contrário, quer é se ver livre de uma vez por todas deles, os heróis do atraso!
Estava o Bom (?) Dia Brasil a desfiar a arenga que escondeu no alagão de São Paulo.
(Entenda por que a Globo e o Globo pegam pesado com o Rio e pegam leve com a chuva de São Paulo )
Aí, o Bom (?) Dia cai na asneira de entrevistar o Secretário de Obras de Niterói, José Mocarzel.
Foi um mau passo do Renato Machado, notável enólogo tropical.
Diz o Mocarzel que não acredita em político que passa a mão na cabeça de quem constrói barraco em área de risco.
(Qual foi o prefeito de São Paulo que deixou construir no Jardim Romano, o Katrina do Serra ?)
Diz o Mocarzel que é preciso haver um trabalho federal, estadual e municipal para enfrentar a questão de onde os pobres devem morar.
E, aí, se deu a tragédia.
O Ali Kamel será implacável.
O Mocarzel disse que a única política realmente séria para enfrentar o problema da habitação popular é o programa Minha Casa Minha Vida do presidente Lula.
E falou o nome do presidente Lula.
Que horror !
O Renato vai tomar um vinho avinagrado hoje, no jantar.
Em tempo: por que a Eliane Cantanhêde não pergunta cadê o Sérgio ? Por que ela não perguntou cadê o Serra, quando o Jardim Romano alagou ? O Sérgio, o Lula, o Paes – está todo mundo lá, Eliane. Eles deram a cara para bater. E o Serra, foi ao Jardim Romano ?
Clique aqui para ler sobre o Ricardo e o Lula que o Bonner e o Kamel omitiram.
Não deixe de ver o vídeo com a entrevista do Ricardo.
Paulo Henrique Amorim
Clique aqui para ler na Folha (*) da província de S. P. o artigo de Jânio de Freitas sobre “o estadual e o federal”.
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é ; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
Fonte: Conversa Afiada
Obs.: Há uma mensagem subliminar aos 2:17s do vídeo.
O comentarista Gil909 (Blog do Nassif) nos brindou com a seguinte manipulação da folha:
Versão on-line da Folha – Quinta-Feira 01 de abril de 2010:
“Serra critica roubalheira, e Dilma, viúvos da estagnação”
Versão impressa da Folha – Quinta-Feira 01 de abril de 2010:
“Serra critica roubalheira e Dilma, viúvas da estagnação”
Poderia ser má fé ou ignorância, as duas são muito plausíveis, porém ficamos com a primeira opção, pois as palavras viúvos e viúvas foram modificadas para dar o sentido que a Folha queria.
Nos preparemos para o bombardeio que virá.
Depois da polêmica sobre a entrevista dada pelo Sen. Sérgio Guerra, Dilma Rousseff aproveitou a bola deixada na marca do pênalti e usou a fala do mesmo em seu discurso de inauguração de uma das obras do PAC. Isso, claro, deixou a oposição ensandecida e fez com que a “colonista” de plantão Lúcia Hippólito – aquela do teste de bafômetro – soltasse mais algumas de suas pérolas anti-governo.
Relembre o áudio do bafômetro:
Em um de seus comentários ao vivo na CBN ela diz:
“Alquém disse *&¨* acabar com o PAC” “A oposição não declarou que vai acabar com o PAC” “PAC é obra, o PAC da comício, da palanque…” “não há declaração nenhuma…”
Clique aqui, ouça o áudio e tire suas próprias conclusões. Cuidado você vai acessar o site da CBN.
Continuando, nossa colonista de plantão tenta fazer uma comparação dizendo que o governo Lula continuo as obras do Governo FHC - pera aí, obras do governo FHC? – ela arremata citando como obras continuadas: estabilização econômica e Bolsa Familia. Per aí Dona Lúcia, você não disse que todo governo gosta de obra? que gera comício e corte de fitinha? Agora vem chamar Bolsa família e estabilização econômica de obra?
Acho que o efeito do remédio não passou ainda.
Para saber mais sobre as obras do PAC clique aqui.