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Índio da Costa (o Índio mais deslumbrado do Brasil) DEMOnStra em números sua experiência administratica. Cuidado servidor público o Índio vem ai (de nós).
Encontrado aqui: Administração Pública no Século XXI – Foco no Cidadão
Um breve apanhado dos fatos que marcaram a passagem dos demotucanos à frente da presidência do Brasil. Um verdadeiro show de horrores é como se pode definir a era FHC, um espetáculo destrutivo e infernal que agora FHSerra quer ressuscitar! Veja porque o Brasil não precisa mais dessa corja de seres inúteis! Muito pelo contrário, quer é se ver livre de uma vez por todas deles, os heróis do atraso!
Estava o Bom (?) Dia Brasil a desfiar a arenga que escondeu no alagão de São Paulo.
(Entenda por que a Globo e o Globo pegam pesado com o Rio e pegam leve com a chuva de São Paulo )
Aí, o Bom (?) Dia cai na asneira de entrevistar o Secretário de Obras de Niterói, José Mocarzel.
Foi um mau passo do Renato Machado, notável enólogo tropical.
Diz o Mocarzel que não acredita em político que passa a mão na cabeça de quem constrói barraco em área de risco.
(Qual foi o prefeito de São Paulo que deixou construir no Jardim Romano, o Katrina do Serra ?)
Diz o Mocarzel que é preciso haver um trabalho federal, estadual e municipal para enfrentar a questão de onde os pobres devem morar.
E, aí, se deu a tragédia.
O Ali Kamel será implacável.
O Mocarzel disse que a única política realmente séria para enfrentar o problema da habitação popular é o programa Minha Casa Minha Vida do presidente Lula.
E falou o nome do presidente Lula.
Que horror !
O Renato vai tomar um vinho avinagrado hoje, no jantar.
Em tempo: por que a Eliane Cantanhêde não pergunta cadê o Sérgio ? Por que ela não perguntou cadê o Serra, quando o Jardim Romano alagou ? O Sérgio, o Lula, o Paes – está todo mundo lá, Eliane. Eles deram a cara para bater. E o Serra, foi ao Jardim Romano ?
Clique aqui para ler sobre o Ricardo e o Lula que o Bonner e o Kamel omitiram.
Não deixe de ver o vídeo com a entrevista do Ricardo.
Paulo Henrique Amorim
Clique aqui para ler na Folha (*) da província de S. P. o artigo de Jânio de Freitas sobre “o estadual e o federal”.
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é ; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
Fonte: Conversa Afiada
Obs.: Há uma mensagem subliminar aos 2:17s do vídeo.
O comentarista Gil909 (Blog do Nassif) nos brindou com a seguinte manipulação da folha:
Versão on-line da Folha – Quinta-Feira 01 de abril de 2010:
“Serra critica roubalheira, e Dilma, viúvos da estagnação”
Versão impressa da Folha – Quinta-Feira 01 de abril de 2010:
“Serra critica roubalheira e Dilma, viúvas da estagnação”
Poderia ser má fé ou ignorância, as duas são muito plausíveis, porém ficamos com a primeira opção, pois as palavras viúvos e viúvas foram modificadas para dar o sentido que a Folha queria.
Nos preparemos para o bombardeio que virá.
Depois da polêmica sobre a entrevista dada pelo Sen. Sérgio Guerra, Dilma Rousseff aproveitou a bola deixada na marca do pênalti e usou a fala do mesmo em seu discurso de inauguração de uma das obras do PAC. Isso, claro, deixou a oposição ensandecida e fez com que a “colonista” de plantão Lúcia Hippólito – aquela do teste de bafômetro – soltasse mais algumas de suas pérolas anti-governo.
Relembre o áudio do bafômetro:
Em um de seus comentários ao vivo na CBN ela diz:
“Alquém disse *&¨* acabar com o PAC” “A oposição não declarou que vai acabar com o PAC” “PAC é obra, o PAC da comício, da palanque…” “não há declaração nenhuma…”
Clique aqui, ouça o áudio e tire suas próprias conclusões. Cuidado você vai acessar o site da CBN.
Continuando, nossa colonista de plantão tenta fazer uma comparação dizendo que o governo Lula continuo as obras do Governo FHC - pera aí, obras do governo FHC? – ela arremata citando como obras continuadas: estabilização econômica e Bolsa Familia. Per aí Dona Lúcia, você não disse que todo governo gosta de obra? que gera comício e corte de fitinha? Agora vem chamar Bolsa família e estabilização econômica de obra?
Acho que o efeito do remédio não passou ainda.
Para saber mais sobre as obras do PAC clique aqui.
Vejam o que o senhor Boris Casoy disse na última edição do ano do Jornal da Band:
O caráter de Boris Casoy
“Que merda… dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho…”, disse Boris Casoy.
Segue exelente post escrito pelo filósofo Paulo Ghiraldelli Jr.
Uma parte da nossa esquerda política imagina que os ricos não são brasileiros. Pensam que eles ainda são os filhos de uma elite que estudou na Europa e que, se o Brasil for mal, irá embora daqui. Imagina que são pessoas completamente por fora da vida cotidiana do Brasil. Essa visão da esquerda pouco ajuda. Enquanto não entendermos que um homem de direita como Boris Casoy é tão “filho do Brasil” quanto Lula, não vamos descrever o Brasil de um modo útil para os nossos propósitos de melhorá-lo.
Creio que o vídeo que mostra Boris ridicularizando de maneira odiosa os garis, com o qual iniciamos o ano, deveria valer de uma vez por todas para compreendermos algo que, não raro, há vozes que querem negar: “o ódio de classe” permanece entre nós – sim, nós os brasileiros. Deveríamos levar em conta isso, sem medo, ao descrever o Brasil.
Quando Ciro Gomes, ao comentar algumas reações às políticas sociais, então vindas de determinados grupos da imprensa, disse que tal coisa era obra “da elite branca”, a reação da direita foi imediata. Um dos elementos mais à direita que temos na imprensa brasileira, Reinaldo de Azevedo, saiu rasgando o verbo. Primeiro, elogiou Patrícia Pillar, atriz mulher de Ciro, para não criar desafetos, e em seguida tratou o político como um bobalhão que teria falado de algo que não existe no Brasil. Ciro teria bebido demais em algum rortianismo, lá nos Estados Unidos, quando então fez curso arrumado por Mangabeira Unger. Voltando de lá mais à esquerda do que foi, estaria inventando divisões que aqui não existiriam. Reinaldo não é um jornalista sofisticado para escrever isso, mas o que disse, no meio de sua pouca cultura, queria transmitir essa idéia.
Mas quando ouvimos o que um Boris Casoy diz por detrás das câmeras, não temos como não admitir que Ciro está certo: existe uma “elite branca” no Brasil que sente profundo desprezo para com tudo que é do âmbito popular. Pode ser que vários membros dessa “elite branca” não sejam tão cruéis quanto Casoy. Pode ser, mesmo, que vários dos ricos que estão nessa “elite branca” se sintam desconfortáveis, perante os preceitos cristãos de humildade que dizem adotar, quando escutam isso que ouvimos de Boris Casoy. Todavia, o que Casoy falou é o que se pode ouvir, entre um uísque e outro, nas festas antes organizadas pelo empresariado que amava da Ditadura Militar, e que hoje é feita para angariar fundos para o PSDB, o partido que havia nascido com o propósito de não ser a direita política, mas que, agora, assume esse papel.
Não quero de modo algum, com esse artigo, provocar aqueles que, sempre pensando só de modo dual, logo dirão: “ah, mas a esquerda é blá, blá, blá”. Sou um homem de esquerda. Minha condição de filósofo me dá alguns instrumentos para analisar de onde venho. Podem ficar tranqüilos. Aliás, sou uma pessoa que adora a frase de Fernando Henrique Cardoso, quando ele disse, se referindo a ele mesmo por conta de acreditar que sua política econômica, ela própria, já era política social: “não é necessário ser burro para ser de esquerda”. Mas aqui, não quero falar da esquerda. Quero mostrar que gente como Boris Casoy não caiu no Brasil vindo de Plutão. Muito menos estudou na Europa. Gente como Boris Casoy estava no Mackenzie, fazendo curso superior, mais ou menos no tempo em que Lula deveria estar vendendo limão na rua. Isso não transforma o Lula em um bom homem e o Boris em um perverso. Mas isso dá, claramente, razão a Ciro Gomes: há sim uma “elite branca” que não respeita garis, que não os acham gente, e que transferem esse ódio ao Lula, principalmente quando olham para ele e o vêem sendo abraçado por um Sarkozi, na capa do Le Monde.
Sarkozi é o presidente da França. E não é de esquerda. Eis então que toda a direita no Brasil comemorou sua eleição. Todavia, Sarkozi aparece abraçado com Lula, sem o preconceito de classe que vários dos próprios brasileiros ainda possuem contra Lula, então, esse fato Lula-Sarkozi, deixa essa “elite branca” despeitada. Ela se pergunta, raivosa: “por que não FHC ou Serra?” Por que aquele “analfabeto”, por que ele, aquele … “gari”? Sim, a fala de Boris é o equivalente dessas frases que eram, até pouco tempo, restritas aos círculos da Ana Maria Braga, Regina Duarte, José Neumanne Pinto e Danusa Leão. Foram esses círculos que fingiram se espantar com o relato de César Benjamim, sobre Lula na prisão. (a história de que Lula teria tentado comer um garoto lá). Fingiram, sim, pois já haviam escutado isso em festinhas e riam disso, tratavam de fazer correr a fofoca, sendo ela verdadeira ou não.
Caso queiramos melhorar o Brasil, vamos ter de ver que os brasileiros – muitos – pensam como Boris Casoy. E atenção nisso: não vamos culpá-lo pelos seus cabelos brancos não! Mainardi, na Globo, ainda não tem cabelos brancos e pensa a mesma coisa. Na Band, vocês já viram o tipo de preconceito de classe contra pobres que aparece no CQC? Já viram o menino Danilo Gentili insultando os pobres, jogando comida para eles? Não? Pois saibam que isso ocorreu sim! Esse tipo de humor é necessário?
Estamos há duas décadas da “piada” de Chico Anísio contra Lula, dizendo que se Marisa fosse a primeira dama e fosse morar no Planalto, ficaria esgotada ao ver quantas janelas de vidro teria de limpar. Naquela época, a Globo fez Chico Anísio pedir desculpas em artigo na imprensa. E ele pediu! De lá para cá, o que mudou na TV brasileira? Ora, o vídeo de Boris Casoy nos diz que pouca coisa mudou. Que ainda precisamos de muito para evoluirmos. Temos uma longa caminhada pela frente no sentido de educar aquele brasileiro que não consegue entender que o dia que um lixeiro parar, ele, o rico, vai ver todas as moscas botarem ovos no seu ânus, e quando ele acordar, ele terá sido devorado em vida pelos vermes. Estamos ainda precisando de uma forte pedagogia que entre nas escolas de modo a evitar que os brasileiros do futuro sejam os Casoys da vida.
As pessoas podem ser de direita, isso não deveria implicar em perder a capacidade de ver na condição social de concidadãos algo que não os desmerece (o bom exemplo não é, enfim, o próprio Sarkozi?). No Brasil, no entanto, a direita política não consegue apresentar um comportamento de brasileiros que gostaríamos que todos nós fôssemos, ou seja, pessoas capazes de ver em cada outro que lhe presta um serviço um homem digno.
Fonte: Blog do Paulo Ghiraldelli – Boris Casoy, o filho do Brasil