Esta foi sem dúvida a refeição mais cara e ruim que fiz na vida. Estive neste restaurante no dia 26 de julho de 2011 às 14:00. Como não tive tempo de almoçar em Natal, tive de comer no aeroporto. Que tristeza, depois de passar 7 dias comendo em excelentes restaurantes de Natal, encerrei minha visita comendo a comida mais deprimente da minha vida. Num restaurante onde o quilo da comida é vendido a R$45 é inadmissível a falta de qualidade que vi neste estabelecimento: Filé (coxão duro ou pior) a parmegiana frio, batata frita murcha e por aí vai. Uma lástima. Estou postando a foto da nota fiscal com o valor que paguei por dois pratos mais uma latinha de refrigerante. Podem ver que eles tem também o péssimo hábito de lançar somente o valor total na nota.
Fuja desta marca:
* segundo os meus parâmetros
Promoção encontrada hoje no ClickOn:
Muito bom né?
Mas vejam as regras:
Epa! além de não poder levar pra casa eu ainda terei de pagar novamente? (Não que pra mim seja difícil comer estas 38 peças). Esse cara definitivamente não entendeu o espírito da Compra Coletiva, que é:
Tratar bem o cliente e servir pra ele sua especialidade. Ele certamente voltará e pagará o preço cheio muito em breve.
Já comi neste estabelecimento usando um cupom de compra coletiva, não fui bem tratado e nem tive a oportunidade de comer o que queria. Ao pedir uma porção de rolinho primavera fui surpreendido com a seguinte resposta: “Nós não fazemos porções agora no almoço, não temos mão-de-obra pra isso”. Disseram-me ainda que as porções só eram servidas no jantar, porém isso não estava escrito nas regras do anúncio.
Está foto aí de cima só serviu pra eu ficar com mais vontade ainda de comer o rolinho e obviamente este não é o rolinho do Bushi, pois não voltei lá pra experimentar.
Peguei esta foto aqui, onde também há uma receita da referida iguaria.
Fikdik.
Faustão leva fora histórico do vocalista do Information (Kurt Harland) em seu programa dominical. Vejam a verdadeira “Cara de Tacho” do Faustão aos 1:53 m do vídeo:
Seguem fotos tiradas no dia 19 de janeiro de 2011 como pode ser verificado pela imagem do jornal Super Notícia edição 1271.
Vala feita na rua para suposta passagem da rede de esgoto.
Ví pelo menos dez vidros presos com quatro chapinhas de metal. É possível vê-las nas fotos seguintes:
Janelas presas com "chapinha de metal"
Janela em manutenção. Deste lado é possível ver pelo menos outras 3 janelas presas com chapinhas de metal...
Chapinha à direita em baixo...
Há obras por todo lado. Umas são claramente de continuação de uma obra que ainda não acabou, outras são reformas e consertos.
Obras por todo lado
Os controles de acesso dos estacionamentos estão todos neste estado, não há nenhum pronto ainda.
Restaurante improvisado de madeira.
Lona jogada sobre o gramado da torre oeste.
Detalhe do piso da base da torre que já passa por uma reforma. Há pequenas rachaduras por boa parte do piso.
O prédio não está em ruinas, mas está longe de estar pronto.
O Cliente aprovou o método Ligth Sheer e diz que cuidar da aparecia melhora o astral e ajuda no marketing pessoal
link para o post da Casa Verde: http://casaverdestudiopilates.blogspot.com
Sem comentários…
Dispensa comentários. Comprada no Epa Supermercados.
Prezados Jaraguenses,Permitam-nos este contato, fora de nosso programa, com o fim único de esclarecer alguns pontos que julgamos importantes. Várias e diversas foram as razões pelas quais os 104 membros de nossa chapa decidiram se tornar o contra-ponto às próximas eleições do clube para o triênio 2011/2013. A principal delas foi a discordância com um continuísmo que sabemos maléfico (já conhecemos essa história) e que não desejamos novamente para o Jaraguá.
Já postamos nosso primeiro comunicado aos associados, dando conta de como pensamos, sobre o que pensamos e nos comprometemos a realizar, a partir de uma possível vitória da Chapa INTEGRAÇÃO. Evidentemente, por estarmos em uma campanha política, procuramos mostrar nossos pontos fortes, e os pontos que consideramos falhos na atual administração e que deveriam ser descontinuados, bem como os males que enxergamos na manutenção de uma família no comando de nosso clube. Nada mais que isso. Não atacamos ninguém pessoal, direta ou indiretamente. Não respondemos nenhuma ofensa ou ataque.
Só que agora nós chegamos às raias do absurdo e não podemos concordar com isso. Não mais como candidatos, mas como sócios. O Jaraguá é todos 16 mil associados. O Jaraguá não é propriedade de ninguém em particular. Jaraguá não é herança de família.
Não podemos nos calar quando o presidente do clube usa o nosso dinheiro (condomínio do clube) para promover seu irmão candidato continuísta, seja através do editorial do Jornal do Jaraguá, seja usando camisa em prol do irmão em todos eventos do clube e ainda obrigar os diretores a fazerem o mesmo. E veja quanta incoerência por parte de Luiz Vasconcelos, que demitiu sumariamente 6(seis) diretores há 3 meses atrás, sob a alegação de que os mesmos não poderiam usar camisas do candidato Goes. Dizia ele que era anti-ético.
E ainda publicam um “artigo” no Jornal assinado pela primeira dama, como se dela fosse, tentando em devaneios irreais, explicar que ter ficha limpa não vale nada. A que ponto chegamos: o calote está legalmente instituído neste país? Parece que estão tentando instituí-lo no Jaraguá. Combinado então: Ter ficha limpa é acidente de percurso, é golpe de sorte. Isso é uma vergonha! Por fim, a pergunta que não quer se calar:
Por que tanto apego a um cargo de doação e sacrifício e sem remuneração?
CHAPA INTEGRAÇÃO – Aqui o sol brilha para todos
Fonte: http://votechapaintegracao.blogspot.com/
Se você tinha alguma dúvida, aqui está a prova:
Revista veja, 03 de maio de 1995 Link original da revista Colaboração: Marco Aurélio “Coré”
No dia 18 de agosto de 2010 às 5:25h, me dirigi à unidade de pronto atendimento da Unimed, localizada na Av. Babita Camargos, 1695, Cidade Industrial em Contagem. Estava à procura de atendimento médico de urgência para minha filha de 19 meses de vida, que estava com um quadro de vômitos que já duravam mais de 2 horas. Fui primeiramente à recepção que posteriormente me encaminhou a uma enfermeira, para classificação do grau de risco da minha filha e então definir se ela seria atendida ou não. Após avaliá-la visualmente e através de entrevista comigo e minha esposa, ela disse que minha filha não se enquadrava no grau de risco que merecesse pronto atendimento, portanto só seria atendida após a troca de turno dos plantonistas, que se daria por volta de 7:00h. A única pediatra que se encontrava no hospital estava dedicada a uma criança com quadro convulsivo.
Diante da negativa de atendimento acionei a polícia para que lavrassem um Boletim de Ocorrência (BO número CIAD/P-2010-1248818). Quando os policiais chegaram ao local, puderam constatar que o quadro apresentado pela minha filha merecia cuidados imediatos, disseram então que só sairiam dali se minha filha fosse atendida. Pediram então que a médica plantonista se apresentasse. Após alguns minutos, ela apareceu e disse que não poderia atender minha filha, solicitaram então a presença do chefe do plantão que pediu então que entrássemos com minha filha, que sem qualquer avaliação, por volta de 6:30h, foi medicada com Plasil.
A médica, que disseram anteriormente estar acompanhando uma criança com quadro convulsivo, voltou para o seu consultório e por lá ficou durante uns 40 minutos, tempo suficiente para que houvesse a troca de plantão. Por volta de 7:30h, após a troca de plantão, minha filha foi atendida e recebeu os devidos cuidados.
Vejam que a doutora Joyce CRM–MG nº: 35812 já foi demitida por abando de trabalho, como pode ser visto aqui (citação) e aqui (demissão da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte).
Fatos que me causaram revolta:
1- Método de triagem utilizado: como uma simples entrevista, por mais competente que seja a enfermeira, pode definir a gravidade do quadro de uma criança de 19 meses que não sabe dizer o que está sentindo? (durante a triagem minha filha teve vômitos diante da enfermeira e diante dos policiais)
2- A médica de plantão, Joyce Cunha Gibson CRM–MG nº: 35812 , não esteve acompanhando a criança que apresentava quadro convulsivo, fato comprovado pelo pai da mesma . (segundo ele a médica, quando acionada durante a noite, demorava mais de 30 minutos para atender a sua filha) 3- A médica, Joyce Cunha Gibson CRM–MG nº: 35812, esteve por mais de quarenta minutos recolhida em seu consultório, aparentemente dormindo, enquanto minha filha aguardava por um atendimento mais detalhado. 4- Como pode uma unidade de pronto atendimento deste tamanho ter apenas um pediatra de plantão, falta de médico no mercado ou salário pouco atraente?
Como dito anteriormente, cumpro com meu dever de cliente, gostaria de um mínimo de respeito por parte da Unimed BH e seus médicos e que estes honrassem com seus deveres enquanto prestadores de serviço. Meu contrato com a Unimed tem duração de 12 meses, portanto, tão logo ele termine (fev/2011), vou procurar outro plano de saúde.
Claudinei Amorim Gomes Cliente UNIMED BH
Diante da negativa de atendimento acionei a polícia para que lavrassem um Boletim de Ocorrência (BO número CIAD/P-2010-1248818). Quando os policiais chegaram ao local puderam constatar que o quadro apresentado pela minha filha merecia cuidados imediatos e que, só sairiam dali, caso minha filha não fosse atendida, para a delegacia. Pediram então que a médica plantonista se apresentasse, após alguns minutos ela apareceu, disse ainda assim que não poderia atender minha filha, solicitaram então a presença do chefe do plantão que pediu então que entrássemos com minha filha, que sem qualquer avaliação, foi medicada com Plasil, por volta de 6:30h.
Fatos que me causaram revolta, sendo eu e minha família clientes da Unimed, pagando assiduamente o valor por eles cobrado:
1- Método de triagem utilizado: como uma simples entrevista, por mais competente que
seja a enfermeira, pode definir a gravidade do quadro de uma criança de 19 meses que não sabe dizer o que está sentindo? (durante a triagem minha filha teve vômitos diante da enfermeira e diante dos policiais) 2- A médica de plantão, Joice Gibson, não esteve acompanhando a criança que apresentava quadro convulsivo, fato comprovado pelo pai da mesma. (segundo ele a médica, quando acionada durante a noite, demorava mais de 30 minutos para atender a sua filha) 3- A médica, Joice Gibson, esteve por mais de quarenta minutos recolhida em seu consultório, aparentemente dormindo, enquanto minha filha aguardava por um atendimento mais detalhado. 4- Como pode uma unidade de pronto atendimento deste tamanho ter apenas um pediatra de plantão, falta de médico no mercado ou salário pouco atraente?
Como dito anteriormente eu, como cumpro com meu dever de cliente, gostaria de um mínimo de respeito por parte da Unimed e seu médicos e que estes honrassem com seus deveres enquanto prestadores de serviço. Meu contrato com a Unimed tem duração de 12 meses, portanto, vou cumpri-lo, tão logo ele termine, em fev/2011, vou cancelá-lo e procurar outro plano de saúde.
Melhores momentos do debate da rede globo entre os candidatos ao governo do Distrito Federal.